quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

“Não cometa os mesmos erros. Cometa erros novos”

“Não cometa os mesmos erros. Cometa erros novos”

Relacionamentos são quase sempre diferentes. Você acaba conhecendo meninas diferentes. Com outro histórico, etc! Mas às vezes você pode dar o azar de conhecer alguém cuja história você já viu em outro filme. E quando o filme anterior terminou triste sua primeira atitude é afastar. Bom, quis fazer diferente. Já tinha visto o filme mas quis dar um segundo final para ele. Porém, aprendi com os erros anteriores. Prometi cometer somente erros novos. Isto eu consegui. Fiquei feliz por me controlar e ser diferente. Enfim, o filme acabou. A triste história do outro não se repetiu. O final não foi feliz. Mas não foi trágico. Foi um final comum. Como todos os outros.

Mas este filme eu não quero mais ver. Em busca de novas linguagens.

Fernando

3 comentários:

vitor disse...

o problema dos final é que temos que esperar o filme todo passar.... é isso aí, nada melhor que errar em coisas diferentes...

Bernardo disse...

Esse é um problema sério do cinema ocidental, onde tudo tem um começo, meio e fim...

Talvez seja o caso de pensar como algo mais oriental, um ciclo permante...

Ou pensar como Lost, que sempre que acaba um episódio, começa outro... hehehe

otavio disse...

tem coisa pior que final comum? quando eu começo, sei que os finais nada terão de comuns. senão nem começaria.